quinta-feira, 17 de abril de 2014
Clã das corujas.
Você cuida de mim como se fosse seu filho.
Cuida de todos nós como se fôssemos seus filhos.
Tem a admiração e o carinho de todos.
Do clã das corujas, feito de mulheres valentes e sábias, é nossa matriarca.
Sempre sairá bom conselho de teus lábios.
E uma prece de teu coração.
Que a vida lhe trate com respeito, assim como você sempre tratou todos os seres.
E que lhe propicie paz e serenidade doravante.
Vida longa !
Para Nilza.
domingo, 13 de abril de 2014
Brisa.
Estou observando as árvores, falando sobre natureza e de como as coisas acontecem a partir de um simples deslocamento de ar.
E que acho bonito quando a brisa passa por entre as folhas das árvores dando-lhes movimentos sinuosos e harmônicos .
Como também me intriga quando a mesma brisa se transforma em vendaval, destruindo galhos e árvores com violência, transformando vida em lenha.
Hoje estou me sentindo um pouco isso.
Tentei explicar para alguém, parece que não entendeu bem.
Também não compreendi ainda.
Talvez não tenha me expressado direito.
Vou continuar caminhando entre as árvores, quem sabe não me dizem alguma coisa, ou da próxima vez me expresso melhor.
E que acho bonito quando a brisa passa por entre as folhas das árvores dando-lhes movimentos sinuosos e harmônicos .
Como também me intriga quando a mesma brisa se transforma em vendaval, destruindo galhos e árvores com violência, transformando vida em lenha.
Hoje estou me sentindo um pouco isso.
Tentei explicar para alguém, parece que não entendeu bem.
Também não compreendi ainda.
Talvez não tenha me expressado direito.
Vou continuar caminhando entre as árvores, quem sabe não me dizem alguma coisa, ou da próxima vez me expresso melhor.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Pacto.
Meu celular tocou, era meu amigo Joe, eu disse alô!
Em resposta ouvi a voz de meu amigo fraca e distante:
"Tem um homem escondido na garagem, ele está esperando você chegar, vai cortar suas orelhas e te matar bem devagarinho, lembre-se do pacto."
Joe era meu amigo de infância e havia ficado em minha casa arrumando meu computador.
Liguei de volta, só dava sinal de ocupado.
Achei que era algum trote, uma brincadeira, mas meu amigo não era desse tipo.
Tentei lembrar do tal pacto que ele mencionara, que pacto?
Não era possível ser o pacto de quando éramos crianças, de que se algum de nós precisasse de ajuda o outro deveria fazer o possível e impossível para ajudar a qualquer preço.
O telefone ainda não atendia.
Voltei para casa mas deixei meu carro na estrada, pois eu morava numa chácara .
Na duvida arranjei um porrete e entrei pelos fundos da garagem sem fazer barulho.
Achei que ia pagar o maior mico, que ia ser chamado de cagão essas coisas.
Mas quando vi um cara estranho com uma arma na mão escondido atrás de um tambor, meu coração quase saiu pela boca e não tive duvidas, já estava muito próximo, não tinha como recuar.
Me aproximei mais e a primeira porretada foi no braço que segurava a arma.
O bandido sentiu mais o susto que a dor, nem viu a segunda, que pegou bem na cara.
Demorou uma eternidade para a adrenalina baixar e eu ver o que tinha feito.
Eu com um porrete na mão e um cara caído com o braço quebrado, a face ensanguentada .
Assim que voltei a ter o controle sobre minhas pernas, amarrei o bandido que já estava voltando a si e corri para ver meu amigo que estava na casa.
Esperava achar Joe amarrado com um olho roxo.
Mas não foi isso que encontrei.
Joe estava morto havia sido torturado e teve as orelhas cortadas.
Estava com o celular na mão e a ultima ligação foi para mim.
Voltei a garagem para interrogar o assassino antes de chamar a policia.
Era só um bandidinho, um noía que queria roubar um carro e torturar mais alguém .
Ele urrava de dor com seu braço quebrado e bem amarrado .
Mas queria porque queria saber como o descobri.
Disse que meu amigo me avisou.
O ladrão deu uma gargalhada louca e disse que isso era impossível .
Ai eu mostrei o celular de Joe com a hora da chamada.
O ladrão falou que pela hora da chamada Joe já estava morto a mais de uma hora.
Eu falei que talvez ele não tenha morrido imediatamente.
O ladrão disse que mesmo assim seria impossível para Joe falar, porque além das orelhas haviam lhe cortado também a língua.
Fiquei muito assustado com esse relato, chamei a policia, o ladrão foi preso, deu a maior confusão sobre o horário da ligação, que não foi solucionado pela companhia telefônica e nem a policia.
Joe foi enterrado e o assassino condenado.
Hoje faz quinze anos que isso aconteceu, e nesse tempo sempre acompanhei a vida do assassino de Joe na cadeia.
Ele terá seu primeiro indulto de natal por bom comportamento: a famosa saidinha.
Eu estarei esperando, vou pegar esse cara leva-lo para um lugar já preparado, vou cortar suas orelhas, sua língua e vê-lo morrer bem devagarinho.
Não gosto de fazer essas coisas, nunca fiz, mas devo isso ao Joe, afinal temos um pacto.
Em resposta ouvi a voz de meu amigo fraca e distante:
"Tem um homem escondido na garagem, ele está esperando você chegar, vai cortar suas orelhas e te matar bem devagarinho, lembre-se do pacto."
Joe era meu amigo de infância e havia ficado em minha casa arrumando meu computador.
Liguei de volta, só dava sinal de ocupado.
Achei que era algum trote, uma brincadeira, mas meu amigo não era desse tipo.
Tentei lembrar do tal pacto que ele mencionara, que pacto?
Não era possível ser o pacto de quando éramos crianças, de que se algum de nós precisasse de ajuda o outro deveria fazer o possível e impossível para ajudar a qualquer preço.
O telefone ainda não atendia.
Voltei para casa mas deixei meu carro na estrada, pois eu morava numa chácara .
Na duvida arranjei um porrete e entrei pelos fundos da garagem sem fazer barulho.
Achei que ia pagar o maior mico, que ia ser chamado de cagão essas coisas.
Mas quando vi um cara estranho com uma arma na mão escondido atrás de um tambor, meu coração quase saiu pela boca e não tive duvidas, já estava muito próximo, não tinha como recuar.
Me aproximei mais e a primeira porretada foi no braço que segurava a arma.
O bandido sentiu mais o susto que a dor, nem viu a segunda, que pegou bem na cara.
Demorou uma eternidade para a adrenalina baixar e eu ver o que tinha feito.
Eu com um porrete na mão e um cara caído com o braço quebrado, a face ensanguentada .
Assim que voltei a ter o controle sobre minhas pernas, amarrei o bandido que já estava voltando a si e corri para ver meu amigo que estava na casa.
Esperava achar Joe amarrado com um olho roxo.
Mas não foi isso que encontrei.
Joe estava morto havia sido torturado e teve as orelhas cortadas.
Estava com o celular na mão e a ultima ligação foi para mim.
Voltei a garagem para interrogar o assassino antes de chamar a policia.
Era só um bandidinho, um noía que queria roubar um carro e torturar mais alguém .
Ele urrava de dor com seu braço quebrado e bem amarrado .
Mas queria porque queria saber como o descobri.
Disse que meu amigo me avisou.
O ladrão deu uma gargalhada louca e disse que isso era impossível .
Ai eu mostrei o celular de Joe com a hora da chamada.
O ladrão falou que pela hora da chamada Joe já estava morto a mais de uma hora.
Eu falei que talvez ele não tenha morrido imediatamente.
O ladrão disse que mesmo assim seria impossível para Joe falar, porque além das orelhas haviam lhe cortado também a língua.
Fiquei muito assustado com esse relato, chamei a policia, o ladrão foi preso, deu a maior confusão sobre o horário da ligação, que não foi solucionado pela companhia telefônica e nem a policia.
Joe foi enterrado e o assassino condenado.
Hoje faz quinze anos que isso aconteceu, e nesse tempo sempre acompanhei a vida do assassino de Joe na cadeia.
Ele terá seu primeiro indulto de natal por bom comportamento: a famosa saidinha.
Eu estarei esperando, vou pegar esse cara leva-lo para um lugar já preparado, vou cortar suas orelhas, sua língua e vê-lo morrer bem devagarinho.
Não gosto de fazer essas coisas, nunca fiz, mas devo isso ao Joe, afinal temos um pacto.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Vespa x Aranha, Aranha x Mosca.
A aranha fugia desesperada da vespa, cinco vezes menor.
Procurava por frestas enlouquecida.
Mas o rasante da vespa foi certeiro, em segundos seu veneno imobilizou a aranha.
A maior dificuldade da vespa seria arrastar a aranha até sua toca, onde colocaria seus ovos na presa hospedeira.
Tudo uma questão de velocidade e habilidade.
Mesmo tendo tudo isso e ainda sendo maior, a aranha sabia que não era párea para vespa e que seu destino seria terrível, e foi.
A vespa concentrada em sua tarefa, distrai-se.
Quando estava quase chegando a toca, um cavaleiro a galope esmagou vespa e aranha na pata do animal.
Minha vespa chegou.
Das entranhas da aranha saiu o fio que fez tua cama de morte.
Uma picada venenosa e a agonia de se ver sendo envolto em uma mortalha de seda.
O monstro toma todo o cuidado com sua futura refeição.
À mosca só cabe esperar em desespero a hora de ser devorada.
Não há o que fazer.
Mesmo que a aranha não volte, a mosca morrerá.
Como escapar da seda pegajosa e forte como aço.
Não há o que fazer.
É assim com algumas pessoas, simplesmente não há o que fazer.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Valores.
Ajude-me!
Minhas noites são longas.
Minhas esperanças poucas.
Frio e calor se misturam.
Tenho fome e sede.
Sinto-me só, confuso.
Fico a olhar pelo vidro, teu rosto.
Sinto por uma fresta teu cheiro.
Você é estranha, mas gostei de você.
Por favor, não vá embora.
Fui abandonado e estou com medo.
Desça do carro e me leve com você.
Prometo ser seu melhor amigo.
Darei minha vida por você.
Te protegerei e amarei.
Serei melhor que um cachorro.
Serei como um filho, uma boa criança.
Me leve.
Ajude-me!
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
A Fênix.
A Fênix se vendo acuada sem ter para onde fugir.
Atirou-se em meio ao caos.
Para que pelo menos sua morte fosse honrosa.
Qual a surpresa da Fênix ao ver que sua atitude desesperada aterrorizou seus inimigos, aos quais bateram em retirada, diante de sua ação suicida.
Todos temos uma Fênix adormecida em algum lugar dentro de nós.
Basta acreditar!
Acredite!
Vazio.
Vazio:
Pode ser o excesso de espaço.
Uma lua morta girando na imensidão do cosmo.
Uma cabeça sem pensamentos.
Uma gaveta, uma caixa um coração, aquele ronco no estomago.
Consequência:
Texto sem conteúdo.
Autor sem inspiração.
Um nada, vazio.
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